Sob qualquer ângulo, para onde quer que se olhe, a Cidade de São Paulo e suas hipérboles insistem em apontar atos sem paralelos. Enfoque destas linhas, as intervenções urbanas, promovidas pela prefeitura, tanto por meio de sua Secretaria de Infraestrutura Urbana e Obras (SIURB), quanto por sua Secretaria Municipal das Subprefeituras (SMSUB), que reúne nada mais nada menos que 32 subprefeitos em suas regiões, integram, junto à São Paulo Obras (SPObras) e demais instituições da administração direta sob um reconduzido e renovado Ricardo Nunes, uma musculatura cujos investimentos são sem precedentes históricos na capital-nação, do estado-país.

E contra estes fatos, restam muito poucos argumentos, pois tanto apoiadores quanto questionadores da atual gestão, insistem, cada qual à seu modo, em dizer: “São Paulo toda está em obras”. E, o que poderia soar simplesmente como uma exagerada figura de linguagem (olha aí, a hipérbole de novo), é de fato um vislumbre de uma realidade muitas, mas muitas vezes maior. Palavra de quem, em pouco mais de 3 dias em uma única semana, chegou a rodar mais de 500 Km (sem sair da cidade), apenas para cobrir highlights que o leitor confere a partir daqui. Estas extensas visitas técnicas, entretanto, é claro têm um começo. Emanam das imediações
da Rua Boa Vista, no histórico e vivo centro da Capital paulista, poucos metros mesmo, de onde ela nasceu e, mais um tanto de passos, de seu marco zero, para onde seu topo hexagonal aponta seis direções: Santos à sudeste; Paraná ao sul; Rio de Janeiro ao sudeste; Minas Gerais ao norte; Goiás a noroeste, e Mato Grosso a sudoeste. E naturalmente, para qualquer uma delas que se optar por seguir, não leva muito tempo ‒ à pé para se topar já com a engenharia municipal em ação. Um desses exemplos, (um tanto pitoresco é verdade), é o caminho de antigos e redescobertos trilhos de bonde, datados do distante ano 1905 e que ganharão novo uso, como elemento arqueológico e arquitetônico em um passeio na Rua José Bonifácio, no trecho entre as Ruas São Bento e Quintino Bocaiuva, um “sítio” agora designado como “Trilhos da Light”, e que faz parte de um rol de ntervenções/ melhorias/reformas e revitalizações no Triângulo Histórico da cidade, e que está inserido no programa “Triângulo SP”, da Prefeitura Municipal de São Paulo (PMSP). Isto, já à primeira vista. Sem nem bem deixar o carro no estacionamento e dar poucas dezenas de passos. Tudo isso em meio à “vida que segue”, no
ritmo acelerado de multidões de locais e turistas, negociando cada qual seu espaço pelos largos calçadões. Em tempo, e avançando pelas figuras geométricas que concentram a gênese paulistana em seu canvas, também é necessário ressaltar, além do Triângulo, o Quadrilátero, que retomou sua significância cultural, financeira e comercial, entre outras ações, por conta também da iniciativa “Todos pelo Centro”, outra iniciativa da PMSP (de fato, mais um movimento, que contou com forte adesão de entusiastas da cidade, dentro e fora de suas fronteiras oficiais), e que tem conseguido reconquistar a atenção de visitantes e empreendedores para a
“experiência” que somente a gema de uma cidade genuinamente cosmopolita, gigantescamente plural e definitivamente estrela de quilate mundial como São Paulo, pode oferecer.
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