Parcerias ANETRAMS

Hollus: ENGENHARIA SOCIOAMBIENTAL INTEGRADA

Com “propósito, inovação e liderança feminina que conferem direção e consistência à infraestrutura brasileira”, a Hollus Serviços Técnicos Especializados, consolida, desde 2004, uma abordagem integrada da engenharia consultiva no Brasil, articulando desempenho técnico, inteligência ambiental e responsabilidade social. Em um país marcado por elevada complexidade socioambiental, esse campo de atuação exigiu evolução contínua e capacidade de adaptação, posicionando seus principais representantes — e a própria Hollus — entre os grandes escritórios de referência do setor.

Figurando entre as empresas mais respeitadas do país nas áreas de infraestrutura, meio ambiente, saneamento, gestão social e – como seu próprio nome diz – serviços técnicos especializados, a Hollus possui atuação nacional e um portfólio que reúne contratos executados em quase todos estados brasileiros. Destinada a entregar soluções integradas de alta complexidade, que aliam desempenho técnico, responsabilidade socioambiental e inovação. Desde sua origem, a Hollus foi pensada de forma holística, conciliando integração multidisciplinar e estratégica voltada a setores essenciais para o desenvolvimento do Brasil. Nesse contexto, destaca-se seu pioneirismo em diversos segmentos, especialmente naqueles que envolvem temas de altíssima sensibilidade: os que tratam de aspectos ambientais e sociais. Com esta determinação inalterada, há mais de 20 anos, a Hollus já contabilizou projetos em mais de 500 municípios, em 22 estados, acumulando números expressivos e investimentos estruturados em projetos de infraestrutura e meio ambiente. A variedade de frentes técnicas conduzidas pela Hollus decorre de sua capacidade de integrar engenharia consultiva, gestão territorial, inteligência ambiental e soluções climáticas, “as quais promovam desenvolvimento sustentável, segurança, resiliência climática e melhoria da qualidade de vida. Essa atuação se fundamenta com ética, na inovação, na responsabilidade social e no profundo respeito aos territórios e às pessoas”. Obediente à estas premissas, a empresa abraçou uma miríade de desafios que inclui desde Infraestrutura e Logística – estudos (EIA/RIMA, PCA, RCA), planejamento, projetos, gerenciamento, monitoramento operacional, auditorias e estruturação de concessões e PPPs, por meio da concepção técnica de modelagens aplicadas a todos os modais de transporte; Meio Ambiente, Clima e Resiliência Territorial; Saneamento, Segurança Hídrica e Gestão de Resíduos; Engenharia Social, Habitação e Desenvolvimento Territorial; Geotecnia, Encostas, Barragens e Gestão de Riscos; Urbanização, e Planejamento Urbano; e Trânsito, Mobilidade e Segurança Viária. Além disso, a Hollus atua na prestação de consultoria tanto para a iniciativa privada quanto instituições públicas, acompanhando os empreendimentos desde sua concepção até a operação e gestão. Essa abordagem se baseia em uma visão integrada, que compreende a totalidade do ciclo de vida dos projetos, alinhada a um perfil contemporâneo, em sintonia com as inovações tecnológicas e com as exigências das melhores práticas atualmente adotadas.

ALÉM DOS NÚMEROS

Entrelaçada à trajetória de sua presidente e sócia, com ampla atuação na administração e conselhos de empresas voltadas à engenharia, meio ambiente e gestão de grandes contratos, tanto como executiva do mercado quanto como atual presidente da Associação Nacional das Empresas de Consultoria em Infraestrutura, Transporte e Meio Ambiente – ANETRAMS), a Hollus foi assumida por sua líder, Luciana Dutra Souza, em um movimento que
marcou uma nova fase de expansão, governança e profissionalização da companhia. Esse movimento consolidou um portfólio robusto, composto por grandes contratos públicos e privados, com ênfase em obras rodoviárias, ferroviárias, de saneamento e de gestão ambiental. Nesse contexto, a empresa se destaca também por seu caráter pioneiro em áreas chave para o desenvolvimento do país, conduzindo empreendimentos que carregam a assinatura de sucesso da casa. De acordo com a empresa, “A atuação da Hollus vai além dos números. É uma empresa que se orgulha de seu compromisso com as pessoas — colaboradores, parceiros, comunidades e clientes. As empresas devem crescer de forma sustentável, mantendo, primordialmente, seus valores éticos, morais e sociais. Esse é o nosso papel”.

DE PESSOAS PARA PESSOAS

Um dos maiores feitos da Hollus, conforme destaca a própria companhia, foi manter a fidelidade a uma visão humanista da engenharia. Essa perspectiva remete, de certa forma, à uma era romântica da engenharia, marcada,
em meados do século XIX, pelos ideais de prosperidade e universalidade. Ao resgatar esse posicionamento para os dias atuais, em pleno século XXI, a empresa reafirma a centralidade das pessoas em seus projetos. Segundo a Hollus: “A empresa construiu um legado social relevante. Os projetos sociais desenvolvidos por equipes técnicas especializadas comprovam esse compromisso, evidenciado pelo êxito alcançado em iniciativas de habitação, saneamento integrado, reassentamentos, educação ambiental, regularização fundiária, e apoio a comunidades
indígenas, quilombolas e populações vulneráveis. Durante períodos críticos, a Hollus atuou em comunidades vulneráveis, áreas alagadas e regiões de risco, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento humano e territorial”.

DYNATEST: 37 ANOS DE INOVAÇÃO E PROTAGONISMO TÉCNICO NA ENGENHARIA DE INFRAESTRUTURA

Com a evolução dos novos formatos de contratação cada vez mais orientados a desempenho,
qualidade e sustentabilidade, cresce a exigência por transparência, governança e robustez técnica em
todas as etapas da infraestrutura rodoviária.

A edição comemorativa dos 15 anos da ANETRAMS em 2025 reforça esse movimento. Como uma de suas empresas fundadoras, a Dynatest elebra este marco reafirmando seu papel como agente técnico relevante no Brasil e na América do Sul. Ao longo de sua trajetória, a empresa acumulou experiência consistente no Gerenciamento de Grandes Empreendimentos, atuando em contratos de alta complexidade como a BR-101 Nordeste, o Rodoanel de São Paulo e programas financiados por organismos multilaterais, como o Banco Mundial e o BID. Com uma força de trabalho robusta, a Dynatest conta hoje com mais de 400 colaboradores diretos e cerca de 450 indiretos via consórcios, entregando soluções que vão do levantamento de malha ao controle tecnológico e supervisão de obras.

QUALIDADE DE DIAGNÓSTICO E TECNOLOGIAS

Entre os avanços que elevaram o padrão técnico no país, destaca-se a difusão de tecnologias instrumentadas de avaliação estrutural e funcional de pavimentos. A Dynatest teve papel pioneiro ao introduzir no Brasil equipamentos como o FWD e o Pavement Scanner, ampliando a capacidade de medição e padronização de informações em campo. Somando-se a essas inovações, a empresa agora incorpora a IRIS ao seu portfólio. A solução utiliza
câmeras inteligentes e inteligência artificial para realizar o patrulhamento automatizado das vias, o levantamento das condições do pavimento e o inventário de ativos. Reduzindo custos operacionais e acelerando o tempo de entrega das inspeções.

GESTÃO POR DESEMPENHO E SISTEMAS DE GERÊNCIA

A lógica de desempenho se fortaleceu no Brasil com modelos como o CREMA. A proposta do programa foi construída em conjunto entre a Dynatest, o DNIT e o Banco Mundial, estruturando uma abordagem de restauração e manutenção orientada à qualidade ao longo do tempo. Hoje, o CREMA é referência para elevar a previsibilidade e o controle técnico na conservação rodoviária em diversos estados. No campo da gestão, a Dynatest também esteve à frente dos primeiros SGPS (Sistemas de Gerência de Pavimentos) implantados no país. Essa experiência se desdobra em programas como o Caminhos do Campo (SEAG/ES) e o Asfalto Liso (Prefeitura do Rio de Janeiro), exigindo integração entre diagnóstico e controle de execução.

GESTÃO ESPECIALIZADA COMO BASE DAS DECISÕES

Em contratos orientados a desempenho, a qualidade da decisão depende de governança qualificada. Para transformar projetos em resultados, ganham peso práticas consolidadas como o PMO (Project Management Office) e a gestão estratégica e de riscos. A Dynatest atua há anos apoiando órgãos como o DNIT, a GOINFRA e os grandes empreendimentos ferroviários federais da Infra S.A., estruturando rotinas de monitoramento com foco em transparência. Mais recentemente, esse enfoque estendeu-se à administração de instrumentos financeiros, como o gerenciamento do FUNDEINFRA, em Goiás, integrando engenharia e governança na aplicação de recursos públicos.

2025: INTERCÂMBIO TÉCNICO

A participação técnica em eventos tem papel relevante na consolidação de práticas e na atualização metodológica do setor. Em 2025, a Dynatest esteve com estande no ENACOR/RAPv (Belo Horizonte–MG), no DNIT Tech Summit (Brasília–DF) e no I Workshop GeoBIM da SUROD/ANTT – Infraestrutura do Futuro (Brasília–DF). Na ANPET (Goiânia–GO), além do estande, foi realizada a palestra do fundador Dr. Ernesto Preussler: “Histórico das deflexões no Brasil, da viga Benkelman ao TSD”. O tema dialoga com uma demanda recorrente do setor: melhorar
a qualidade do diagnóstico estrutural para tornar mais eficientes decisões de projeto, restauração e manutenção.

STE: MAIS DE 50 ANOS DE ENGENHARIA CONSULTIVA, AJUDANDO A MOLDAR A INFRAESTRUTURA BRASILEIRA

Em um setor no qual a solidez técnica, a reputação e a capacidade de inovar definem o valor de uma empresa, poucas trajetórias no país se comparam à da STE – Serviços Técnicos de Engenharia S.A.

Ao longo de mais de cinco décadas, a empresa consolidou-se como uma das mais tradicionais e versáteis consultoras de engenharia do Brasil, atuando nos campos do transporte, saneamento, infraestrutura urbana, recursos hídricos, meio ambiente, projetos industriais e iluminação pública. Com mais de meio século de existência, a empresa vive hoje um momento de reafirmação institucional: ao tempo em que honra o legado técnico que a
trouxe até aqui, reforça sua visão estratégica de inovação, qualificação contínua e expansão, valores que a posicionam como uma referência histórica da engenharia consultiva no país.

ORIGENS E PRIMEIROS PASSOS: DE ATUAÇÃO ESTADUAL A NACIONAL

Fundada em 1º de outubro de 1973, em Canoas/RS, atuando inicialmente em levantamentos topográficos, controle tecnológico e projetos viários na área metropolitana de Porto Alegre, poucos anos depois a STE já demonstrava
capacidade de diversificação: em 1976, ingressou em projetos de loteamentos habitacionais e expandiu sua atuação para a supervisão de obras rodoviárias. Na década de 1980 iniciou seus primeiros estudos ambientais voltados à
infraestrutura e nos anos seguintes consolidou uma característica essencial da empresa: a habilidade de atuar simultaneamente em múltiplas áreas técnicas e sociais.

DIVERSIFICAÇÃO E EXPANSÃO: QUANDO A STE ALCANÇA ESCALA NACIONAL

Ao final dos anos 1980 e início dos 1990, a STE já era reconhecida como empresa qualificada a desenvolver projetos e supervisões de grande porte, sobretudo na área de transportes. Nesse período, a empresa aumentou sua atuação no setor de saneamento e na década seguinte passou a atuar em ferrovias e mobilidade urbana, abrangendo projetos e consultorias técnicas em operações de transporte público.

MODERNIZAÇÃO, CERTIFICAÇÕES E SALTO TECNOLÓGICO

A partir de 1996 a STE iniciou a modernização de seus processos internos, culminando com a certificação do Sistema de Gestão da Qualidade (ISO 9001). Nos anos seguintes, ampliou o sistema de governança técnica com a implantação do Sistema de Gestão Integrado (SGI), incorporando as certificações ISO 14001 (Gestão Ambiental) e ISO 45001 (Sistema de Gestão de Saúde e Segurança do Trabalho).

Esta fase é caracterizada por três movimentos essenciais:

  1. Reestruturação organizacional,
    com departamentos técnicos especializados.
  2. Integração de tecnologias de informação, incluindo sistemas próprios como o Infoambiente e o STEGEM, voltados ao gerenciamento de empreendimentos.
  3. Formação de equipes cada vez mais qualificadas, com atuação multidisciplinar.

DIVERSIFICAÇÃO

Atenta às novas oportunidades de mercado, a partir da década de 2010 a STE expandiu seu portfólio, entrando na área de Parcerias Público Privadas, inicialmente na área de Saneamento, por meio da SANAMA – Saneamento Alta Maceió, e nos últimos 5 anos na área da Iluminação Pública, participando atualmente de cinco PPPs, nas cidades
de Porto Alegre, Canoas, Sapiranga e Santa Maria, no Rio Grande do Sul, e Foz do Iguaçu, no Paraná.

A FORÇA DO LEGADO NOS TRANSPORTES: DO PLANEJAMENTO AOS MEGAPROJETOS

Transportes sempre foi e continua sendo a principal área de atuação da STE. A empresa já projetou, supervisionou ou gerenciou centenas de quilômetros de rodovias federais e estaduais, duplicações estratégicas, modelagem de
concessões rodoviárias, obras de pavimentação e restauração, aeroportos, estudos estruturantes para hidrovias e portos e projetos ferroviários. A empresa também acumulou vasta experiência regulatória e institucional, tendo desenvolvido sistemas para o DNIT, ANTT e Ministério dos Transportes, que vão desde o controle de cargas excepcionais até o gerenciamento de passagens interestaduais.

SANEAMENTO: UMA VOCAÇÃO ESSENCIAL PARA O DESENVOLVIMENTO URBANO

Desde os anos 1980, a organização participa de projetos de saneamento fundamentais para a qualidade de vida urbana, atuando ativamente em programas nacionais e projetos estratégicos para despoluição de rios e bacias marítimas. O foco social sempre esteve presente, por meio da atuação em projetos de mobilização comunitária, educação ambiental e apoio técnico-operacional para populações vulneráveis, integrando engenharia,
sustentabilidade e inclusão.

MEIO AMBIENTE: PIONEIRISMO E ATUAÇÃO TRANSVERSAL

O braço ambiental da STE é hoje um dos mais maduros do país. A empresa executou dezenas de EIA/RIMA para rodovias, ferrovias, barragens e sistemas de saneamento, estudos ambientais de usinas hidrelétricas e estruturas de irrigação, gestão ambiental de grandes obras, implantação de sistemas de gestão ambiental para órgãos
públicos e consultoria socioambiental em projetos de reurbanização e saneamento em comunidades carentes. A consolidação da área ocorreu também pela contribuição técnica para gestão de parques, reservas, unidades de conservação e monitoramento ambiental territorial.

ARQUITETURA, URBANISMO E INFRAESTRUTURA SOCIAL: A ENGENHARIA A SERVIÇO DA CIDADE

A STE também possui presença marcante no planejamento urbano, na habitação e na requalificação de espaços públicos. Seu portfólio inclui projetos arquitetônicos de estações metroviárias, unidades de saneamento e prédios
administrativos, projetos urbanísticos de orlas, parques, unidades habitacionais e loteamentos, participação em programas de habitação social e apoio a grandes programas de revitalização urbana. A empresa combina engenharia técnica com atuação social, realizando desde cadastros socioeconômicos até projetos de reassentamento populacional.

RECURSOS HÍDRICOS E OBRAS HIDRÁULICAS: SEGURANÇA HÍDRICA COMO MISSÃO TÉCNICA

Outro eixo de atuação consolidado envolve estudos e projetos de barragens para abastecimento e irrigação, diques e obras de contenção, avaliação quali-quantitativa de recursos hídricos, planos de bacias hidrográficas, sistemas de irrigação, canais e manejo de águas pluviais e fiscalização e supervisão de obras hídricas.

O LEGADO DE 50 ANOS E A STE DO FUTURO

Ao revisar a própria história, a STE mostra a força de uma empresa que soube combinar tradição e inovação. Sua trajetória revela uma maneira de fazer engenharia consultiva com rigor técnico, responsabilidade socioambiental e visão estratégica. Hoje, ao olhar para o futuro, a empresa se posiciona para continuar participando ativamente
dos debates e das soluções que definirão o futuro da infraestrutura nacional – da transição energética à mobilidade urbana sustentável, da segurança hídrica à gestão de grandes sistemas ambientais. Se o passado da STE ajuda a contar a história da engenharia consultiva no Brasil, seu futuro promete continuar contribuindo para moldar os próximos capítulos do desenvolvimento nacional.

Encibra: LIGAÇÃO GRAÚNA-GAIVOTAS

Projetada para proporcionar a conexão e otimização dos fluxos de transporte público na região sul, reforçando a política de mobilidade urbana de São Paulo e trazendo benefícios ao tráfego em geral e ao próprio desenvolvimento regional, a ligação viária interligando os bairros de Graúna e Gaivotas transformará a mobilidade urbana da região. A região objeto de implantação do empreendimento apresenta poucas opções para a população local que se desloca diariamente em direção as centralidades dos distritos do Grajaú e Cidade Dutra, assim como para regiões centrais do município de São Paulo. Desse modo, o empreendimento irá:

  • Reduzir e distribuir o volume de tráfego de veículos atualmente concentrado na Avenida Dona
    Belmira Marin;
  • Reorganizar e melhorar as condições do tráfego urbano existente;
  • Interligar as faixas exclusivas de ônibus existentes na região;
  • Articular modais de transporte, integrando os espaços de circulação de ônibus, pedestres, ciclistas;
  • Garantir a circulação de pedestres através de passeios adequados e travessias mais seguras;
  • Reduzir os tempos de viagens atuais, principalmente nos horários de maior demanda;
  • Incrementar a rede de ciclovias na região, através do trecho do viário compreendido pelo
    empreendimento.

Os projetos elaborados pelo Consórcio Nova Conexão Sul e Consórcio Projetista Segmentos 1 e 3, liderados pela Encibra, consistem em um novo sistema viário englobando o segmento 1 com 1,43 km e o segmento 3 com 2,62 km, além da Ponte Graúna-Gaivotas e uma travessia sobre o Braço do Cocaia, na represa Billings, com 960 metros de extensão e duas faixas em cada sentido, que facilitará o deslocamento da população, proporcionando mais qualidade de vida para mais de 1 milhão de pessoas do extremo sul da cidade de São Paulo.
Em função da necessidade de integração de dados estruturados e multidisciplinares, a modelagem
BIM
foi aplicada no desenvolvimento do empreendimento, com informações reunidas de forma
colaborativa e atualizada nas principais etapas do projeto. Com investimento estimado em R$ 450 milhões, incluindo a implementação de programas ambientais, as obras têm prazo de execução previsto de 36 meses.

Resultado: requalificação urbana – a implantação da ligação Graúna-Gaivotas irá promover transformações urbanísticas, melhorias estruturais, sociais e ambientais na região sul da cidade de São Paulo, requalificando a paisagem urbana da área e melhorando o trânsito local através da remodelação do viário e do reordenamento do uso do solo.

INOVAÇÃO DIGITAL: MODELAGEM 3D DE UMA ETE COMPACTA

A impressão 3D, também conhecida como manufatura aditiva e prototipagem rápida, cria objetos ao
sobrepor camadas finas de material, seguindo o princípio de fatiar e decompor partes sólidas em camadas
sucessivas. Para fazer a modelagem 3D de uma Estação de Tratamento de Esgoto Compacta, cada unidade foi
modelada detalhadamente, considerando aspectos como capacidade, dimensões e integração de
componentes mecânicos etc. A etapa de modelagem 3D realizada pela Encibra também incluiu a
compatibilização entre disciplinas. E, para impressão 3D do protótipo da ETE, foram utilizados softwares
que se integram ao ambiente BIM,
possibilitando a conversão do modelo digital 3D em um formato físico.
Foram feitas impressões-testes com o reator UASB para identificar e ajustar possíveis problemas que
pudessem comprometer o processo de impressão da ETE, com a utilização de duas formas de impressão
3D: impressoras de resina e de filamento. A primeira etapa da impressão-teste envolveu o preparo do elemento BIM: isolamento de um dos reatores UASB; conversão do arquivo em formato “rvt” para “stl”; importação do arquivo em formato “rvt” para o software de fatiamento Chitubox e produção do arquivo final para impressão em formato “ctb”. Foi utilizado o software Blender para o tratamento prévio da peça. Após o tratamento individual de
cada componente, todas as peças foram exportadas no formato “stl” para prosseguir com a impressão.
Utilizando o software Chitubox, as partes do tanque foram importadas, ajustadas e escaladas para garantir
que as dimensões estivessem corretas antes da impressão. A impressão final levou aproximadamente
8h39min
para ser concluída e o consumo de resina foi de cerca de 197g. Após a conclusão, as peças foram
submetidas a um processo de limpeza para remover o excesso de resina como: remoção dos suportes,
lavagem, secagem e processo de cura em exposição UV. Simultaneamente aos testes com a impressora de resina, foi iniciado o processo de testes utilizando a impressora de filamento. Utilizou-se o software BambuStudio como plataforma de fatiamento, com a importação do modelo tratado no formato “stl” para preparar a impressão.
A fim de garantir o maior nível de detalhes possíveis, a ETE foi impressa em ABS e dividida em 2 partes.
Para o modelo testado em ABS, o tempo de impressão foi de 17h39min e o consumo de filamento foi de
aproximadamente 374 g.

Resultados: sinergia entre BIM e impressão 3D; contribuição prática para o projeto da ETE; perspectiva
da construção 4.0.

STRATA: TECNOLOGIA DE ALTA PRECISÃO NA AVALIAÇÃO DE PAVIMENTOS

Ao longo de sua trajetória, a Strata Engenharia consolidou uma abordagem própria para o levantamento das características dos pavimentos que alia instrumentação de altíssima precisão, automação integral dos levantamentos e padronização técnica.

Essa estratégia permitiu superar limitações históricas dos métodos convencionais — baseados em inspeções visuais, amostragem e elevada dependência do avaliador — e estruturar procedimentos capazes de produzir inventários completos, objetivos e tecnicamente rastreáveis, com ganhos expressivos de prazo, custo e escala
operacional. Um dos pilares dessa abordagem é a utilização do Strata Multifunction Laser Crack Measurement System (LCMS), sistema de escaneamento tridimensional contínuo projetado para a avaliação de 100% da superfície do pavimento. O equipamento opera com dois lasers de varredura posicionados ortogonalmente ao eixo da rodovia, responsáveis pela aquisição de 28 mil perfis transversais por segundo, sendo cada perfil composto por 4 mil pontos, resultando na coleta de 112 milhões de pontos tridimensionais por segundo. Essa densidade de dados permite a reconstrução detalhada da geometria da superfície em 2D e 3D e a identificação totalmente automatizada de trincas, deformações, irregularidades longitudinais, macrotextura, trilhas de roda e demais defeitos do pavimento. Na prática, levantamentos que antes demandavam semanas de campo e escritório passam a ser executados em poucos dias, com redução significativa de equipes envolvidas e eliminação de retrabalhos decorrentes de lacunas amostrais.

Nessa mesma perspectiva de evolução tecnológica, a Strata Engenharia estruturou o Levantamento Visual Contínuo com Inteligência Artificial como um procedimento extremamente preciso e escalável para o diagnóstico funcional do pavimento. Nesse método, imagens Full HD da superfície são capturadas de forma contínua, em velocidade compatível com o tráfego da via, e processadas automaticamente por algoritmos avançados de visão computacional, capazes de identificar, classificar e georreferenciar os defeitos de maneira totalmente automatizada. Essa abordagem permite converter centenas de quilômetros de vídeo em inventários digitais confiáveis em poucas horas de processamento, reduzindo drasticamente o custo por quilômetro avaliado e viabilizando campanhas de levantamento em larga escala, mesmo em redes extensas. Embora distintos do ponto de vista tecnológico, um fundamentado no escaneamento laser tridimensional de altíssima densidade e outro na interpretação automatizada de imagens, o LCMS e realização de LVC com IA constituem métodos completos, independentes e de absoluta precisão para o levantamento de defeitos de pavimento. Essa dualidade tecnológica amplia a flexibilidade operacional da Strata Engenharia, permitindo adequar a solução às condições do ativo, ao prazo disponível e às demandas do cliente, sem conservando a qualidade técnica e a precisão absoluta do levantamento. Ao estruturar esses procedimentos com automação plena, elevada produtividade e rigor metrológico, a Strata Engenharia entrega ao mercado ganhos concretos de eficiência: menor tempo de levantamento, redução de custos operacionais e capacidade de escalar avaliações para milhares de quilômetros com qualidade homogênea. Trata-se de tecnologias que entregam um diferencial claro para concessionárias, aeroportos e órgãos gestores que buscam decisões rápidas, seguras e fundamentadas sobre a condição de seus pavimentos.