COMETA: Rigor técnico e confiabilidade em segurança viária

Técnica, confiável e orientada a desempenho. Nativa em um mercado em expansão, e constantemente em evolução (tanto de práticas quanto de metodologias e tecnologias), a orgulhosamente piauiense Companhia de Melhoramento de Tráfego Assistido — Cometa Sinalização, consolidou-se como parte de uma nova geração de empresas dedicadas à demarcação e segurança viárias, combinando atualização tecnológica com maturidade operacional e previsibilidade de entrega. A companhia, que nasce apoiada em uma base sólida, avança com arrojo e performance, listando cases de sucesso, em busca de voos cada vez mais altos, sempre na vanguarda para reduzir risco, aumentar durabilidade e entregar performance verificável em rodovias e em ambientes de alta criticidade, como o segmento aeroportuário.

Sob o lema “Criando caminhos mais seguros”, e se posicionando como uma “Empresa especializada na criação e execução de projetos de sinalização viária seguindo rigorosos critérios visando qualidade, durabilidade e segurança”, a Cometa Sinalização é uma companhia que ultrapassa as meras premissas de visão e valores, atingindo pressupostos mais próximos a um conjunto conceitual. Na prática, isso se traduz em método: planejamento, equipe treinada, equipamentos de ponta e escolhas técnicas que priorizam desempenho e vida útil. Um compêndio moderno de atuações que têm a ver com gestão de risco e responsabilidade técnica, a começar pelo zelo com suas equipes e seu comprometimento com entregas de alto padrão, como as realizadas em rodovias federais, como por exemplo, a BR-343; estaduais, como as PI-114, PI-224, PI-324 e PI-111 (apenas para citar algumas de diversas espalhadas em todo o estado), e os trabalhos de elevada exigência operacional, como os executados no segmento de sinalização aeroportuária. Foi justamente para compreender como funciona esta abordagem de negócios, calcada em um rigor técnico consistente, que RodoVias&Infra foi ao Bairro Planalto, em Teresina, para conversar com os artífices de uma entrega que combina inovação com disciplina normativa. Uma conversa que contou com a participação da diretora da Cometa Sinalização, Ana Carolina Orsano de Sousa, de seu gerente Alan Sousa, e do diretor-presidente do Grupo Icaraí, Mathias Neto. De acordo com a arquiteta Ana Carolina Orsano Sousa, diretora da Cometa Sinalização, “A empresa surge de uma necessidade do Grupo Icaraí de ter um desempenho de sinalização compatível com o padrão de qualidade construtiva que o grupo sempre teve. A sinalização é parte essencial do resultado final: ela organiza a circulação, reduz risco e entrega segurança perceptível para o usuário”, relembra a arquiteta. “Com o apoio de estrutura do Grupo e com suporte técnico desde o início, estruturamos a Cometa com foco em processo, em controle e em resultado. Nosso principal propósito é a segurança viária, porque todos nós somos usuários”, disse a diretora, complementando: “Como arquiteta, há um olhar para a legibilidade, a estética e a organização visual, mas sempre associado à precisão, à qualidade da aplicação e à escolha correta de materiais e equipamentos porque isso impacta diretamente durabilidade, manutenção e segurança”. “É do entendimento de que a parte construtiva e a sinalização têm que ser muito bem casadas em termos de qualidade e durabilidade, que nasce uma das premissas da nossa cultura de trabalho”, disse a diretora.

QUALIDADE E RESULTADO COMO CARTÃO DE VISITAS

“Nós detectamos uma demanda muito grande no Piauí. O estado tem poucas empresas que atuam no segmento de sinalização, que é mais especializado. Ocorre que, como já havia um contato com outras empresas do ramo da construção pesada, e essas mesmas empresas viram os resultados que a Cometa veio apresentando para a Icaraí, elas acabaram nos procurando e, obviamente, surgiu nosso interesse em atendê-las com o mesmo padrão técnico e o mesmo controle”, relembrou a diretora Ana Carolina Orsano. “Esse movimento trouxe novos desafios e exigiu escala com responsabilidade: mais equipe, mais equipamentos e mais capacidade de planejamento, sem abrir mão do padrão. Isso nos levou ao passo natural de investir em mais caminhões, máquinas e equipamentos. Neste ínterim, uma dessas construtoras nos indicou para a HTB Engenharia, que presta serviços para a Motiva (anteriormente CCR), atuando muito no setor aeroportuário. Assim, por indicação de uma construtora de Teresina, nós assumimos o projeto de sinalização do Aeroporto de Petrolina (Aeroporto Senador Nilo Coelho, Petrolina – PE), em um escopo que exigia alto nível de conformidade, rastreabilidade e coordenação operacional”, recordou a diretora. “Foi uma oportunidade de demonstrar capacidade técnica, planejamento e controle de execução em um ambiente que tem tolerância mínima a falhas. Entregamos dentro das exigências e isso consolidou confiança”, completou, acrescentando: “Tanto que, logo depois, também fomos contratados para realizar os trabalhos no Aeroporto de Teresina (Aeroporto Senador Petrônio Portela, Teresina – PI)”. A partir daí, a expansão se deu de forma orgânica, sustentada por indicação técnica e consistência de entrega. “A qualidade técnica falou mais alto, fomos muito bem recomendados, muito elogiados, mesmo sendo uma empresa relativamente pequena. Assim, nós fizemos o Aeroporto de São Luís (Aeroporto Internacional Marechal Cunha Machado, São Luís – MA); o Aeroporto de Paço do Lumiar (Aeroporto Coronel Alexandre Raposo, Paço do Lumiar – MA); o Aeroporto de Uberaba (Aeroporto Mário de Almeida Franco, Uberaba – MG); Montes Claros (Aeroporto Mário Ribeiro, Montes Claros – MG); Uberlândia (Aeroporto Tenente Coronel Aviador César Bombonato, Uberlândia – MG), e finalmente, a HTB Engenharia, que segundo eles mesmos afirmaram, diante da qualidade dos serviços, nos desafiaram a trabalhar no segundo mais movimentado aeródromo do país, o Aeroporto de Congonhas (Aeroporto Deputado Freitas Nobre, São Paulo – SP)”, disse.

SEGURANÇA NA VIA, E SEGURANÇA PARA QUEM CONTRATA

“A Cometa é uma empresa que tem a função principal de trazer soluções. Não dar trabalho para a contratante. Sem dor de cabeça. Por isso que não abrimos mão de excelência. Excelência em qualificação profissional, excelência em equipamentos, materiais, excelência tecnológica e excelência na aplicação”, explicou o diretor-presidente Mathias Neto, destacando que essa lógica reduz custo total do ciclo de vida (manutenção, retrabalho e interdições) e aumenta previsibilidade para o contratante. Essa busca pela vanguarda tecnológica faz a Cometa Sinalização participar ativamente de eventos dentro e fora do país, como a americana World of Concrete (Las Vegas, Nevada), a Paving Expo, entre outras. Justamente em uma dessas participações, a companhia se deparou com uma fresadora menos agressiva ao pavimento, não importando se este for flexível ou rígido. De acordo com a diretora Ana Carolina, “Fizemos diversos testes com diversas fresas, mas o resultado era sempre muito grosseiro. Um acabamento muito ruim. Por outro lado, quando fizemos o realinhamento do eixo do Aeroporto de Teresina, optamos por usar pintura. Mas, mesmo assim, a pintura preta ainda não satisfez à minha percepção. Dava uma disfarçada, mas não conferia uma boa aparência, gerava alguns reflexos indesejados. Foi por isso que nós optamos por importar essa microfresa, em um padrão de precisão de ½ polegada, sendo capaz de remover a pintura gasta, sem danos ao pavimento. Isso tem impacto direto no cliente e no usuário: reduz tempo de intervenção, minimiza risco de correções no pavimento e melhora o resultado final sem comprometer a operação. Algo muito importante, porque o tempo de correção de pavimento em um aeroporto, por menor que seja, é um grande transtorno. O trabalho no aeroporto não te dá margem para errar. No geral, o nível de exigência do trabalho em um aeroporto acaba sendo muito maior do que em uma rodovia”. Perguntada sobre as maiores barreiras a serem vencidas quanto a este tipo de aplicação em aeródromos, a diretora explica que “Como a Cometa trabalha dentro das normas, com equipamentos normatizados, calibrados e certificados em concordância com elas, não tivemos dificuldades. Uma parte um pouco mais trabalhosa são os ritos e a burocracia para obtenção das licenças e autorizações, que em uma situação complexa como a operação aeroportuária, é perfeitamente compreensível”, resumiu. Perguntado acerca dos destaques técnicos que contribuíram para a boa reputação da Cometa, o gerente da Cometa Sinalização Alan Sousa detalha: “Fizemos um teste com tinta epóxi à base d’água, que atende à norma 16.800, uma norma de 2022. Um material criado no aeroporto de Guarulhos, justamente para atender a este nicho de mercado, pois se trata de uma tinta mais resistente e com uma retrorrefletância mais alta. De fato, ela é um pouco mais cara, mas é um material que nós sempre que possível indicamos. Para o contratante, isso significa mais durabilidade e menos ciclos de manutenção; para o usuário, significa leitura mais clara e mais segurança, inclusive em condições adversas. Hoje, nossa aplicação mais comum são as tintas acrílicas à base d’água, só que com um diferencial, ao menos aqui no Piauí, com a utilização de 3 tipos de esferas: a II A, a II C e, incorporada à tinta, o Pré-mix, justamente para termos essa refletância com maior tempo de vida útil na tinta e essa segurança ao usuário, mesmo passado um tempo maior da aplicação. Nós temos essa preocupação que o nosso serviço mantenha o maior tempo possível um nível alto de performance. É um padrão nosso”, afirmou o gerente.

OS PRÓXIMOS PASSOS

Perguntada sobre possíveis participações em licitações públicas, a diretora Ana Carolina avalia: “Nós estamos construindo um acervo bastante robusto. Ainda que a operação seja recente, a experiência acumulada em obras críticas e em diferentes estados reforça nossa capacidade técnica e de gestão. Temos recebido contatos solicitando a nossa participação em certames, tanto privados, como públicos. A qualidade do nosso trabalho é que tem ocasionado esses convites. Nós tivemos bastante êxito em certames privados e estamos nos preparando para entrar nas disputas públicas. Evidentemente que, surgindo a oportunidade de nos consorciarmos para trabalhos em outros estados, haverá de nossa parte uma análise cuidadosa e, quem sabe, por meio dessas novas parcerias, possamos levar a nossa qualidade para outras regiões, com estratégia de expansão sustentada: governança, capacidade de execução e padronização de qualidade em escala”, declarou a diretora, completando: “Nós precisamos estar sempre muito atualizados às novas e superiores tecnologias de segurança. Precisamos entender que qualidade não é algo apenas cobrado no contrato. Hoje em dia, por exemplo, nós temos carros com auxílios ao condutor, que se balizam pelas faixas de bordo e eixo nas pistas. Então, pensar em encontrar um grau de qualidade superior, que encontre essa exigência das tecnologias dos novos veículos, para além do que foi estipulado, é algo que está em nosso radar também. A sinalização precisa acompanhar esses avanços”, ponderou a diretora.

EM LINHA COM O NOVO

“As demandas vão aumentando. No tempo dos nossos pais, o grande desejo era de que viesse o asfalto para tirar a poeira de dentro de casa. E veio o tratamento superficial simples, etc. Depois, o desejo era de que esse asfalto tivesse mais durabilidade. Por fim, agora, nós vemos que tudo isso virou pré-requisito, e que a sinalização é o que vem sendo mais cobrado pelo usuário”, avalia o diretor-presidente Mathias Neto. “E nós entendemos que esse é um processo natural de evolução. O investimento em sinalização, dispositivos de segurança e tratamento de pontos críticos em uma estrada traz alguns retornos, como a diminuição de acidentes, um aumento nas velocidades médias — dentro de um patamar seguro — conforto, não apenas de rodagem, mas um conforto visual, e, acima de tudo, permitem o transporte e o trânsito adequado de produtos, de veículos de serviço, e impacta diretamente na diminuição de custos logísticos. Uma estrada ruim custa caro. Especialmente para os que infelizmente perdem suas vidas ou sofrem lesões permanentes nos acidentes. É um custo que acaba sendo pago não apenas pela sociedade, mas por uma pressão adicional nos nossos sistemas de saúde”, analisou. Já para a diretora Ana Carolina Orsano, “A Cometa Sinalização já nasce como uma empresa que tem embutida em sua essência dois conceitos modernos da segurança viária: o de ‘Rodovias que Perdoam’, que busca reduzir a gravidade do erro humano por meio de soluções de engenharia e dispositivos mais tolerantes a falhas; e o de ‘Visão Zero’, que parte do princípio de que nenhuma morte no trânsito é aceitável e orienta decisões técnicas para reduzir risco de forma contínua. É um entendimento muito claro que nós temos de que a sinalização vem para dialogar e trazer percepções que extrapolam meramente a área técnica, entrando em questões sociais e humanas — e isso se traduz em escolhas objetivas: legibilidade, consistência, durabilidade e coerência do projeto com o trecho real. E o BR-Legal 2, em nosso entendimento, vem com essa abordagem mais moderna, com um conjunto de materiais, dispositivos e equipamentos, em consonância com a realidade de hoje”, sintetizou. Ainda neste sentido, o gerente da Cometa, Alan Sousa, destaca que: “Outro ponto válido é a questão da proteção de zona de obras, das pessoas que estão realizando intervenções nas nossas rodovias. Para nós, é algo inegociável. Batemos muito forte na utilização dos EPIs, e é uma preocupação que é explícita já no design do nosso uniforme. Como nós temos uma atuação muito forte no ambiente aeroportuário, há uma exigência muito alta neste sentido, além do tempo reduzido para as intervenções, pois somente podemos atuar com a pista fechada. É uma janela temporal bastante curta, que exige um planejamento minucioso e uma execução muito bem pensada para atender a essa característica do cliente, para encontrar a qualidade, com segurança e produtividade. Já na rodovia, é imperioso que o cliente contrate uma empresa que tenha condições, como a Cometa tem, de perceber quando um projeto de sinalização, por exemplo, não bate com a realidade do trecho. Que tenha o conhecimento técnico não só para detectar o problema, mas de propor uma solução para a não conformidade. Adicionalmente, é preciso ter a sensibilidade de notar que muitos projetos datam de 30, 40, 50 anos atrás, e já não condizem com a realidade do local”, disse o técnico.

FOCO NA EXCELÊNCIA

“A mensagem que nós deixamos ao mercado é a de que quem trabalha com sinalização viária tem que ter sua maior preocupação centrada em segurança e na preservação de vidas. Somos uma empresa comprometida com o legado que será atrelado ao nosso nome, e que quer trazer benefícios a todos os que participam do seu ciclo produtivo, seja atuando junto conosco, como contratante, como colaborador, e, claro, como usuário do nosso serviço”, enfatiza a diretora Ana Carolina Orsano, reforçando a Cometa como uma operação preparada para atuar em escala, com governança e consistência técnica: “Nosso compromisso é ser referência nacional em segurança viária e sinalização; é entregar previsibilidade para quem contrata e segurança real para quem usa”.